Reproduzo aqui o texto de Guiomar Vidor.
O AUMENTO REAL DO SALÁRIO MÍNIMO É QUESTÃO DE JUSTIÇA SOCIAL
O efeito cascata do reajuste nos salários dos Deputados Federais de 61,8%, repercutiu em quase todos os legislativos do país, conforme informações vinculadas pela imprensa nacional.
Infelizmente, o Congresso Nacional, na semana que antecedeu o natal, não teve a mesma sensibilidade para com os trabalhadores, negando um amento real para o salário mínimo nacional, fixando-o em R$ 540,00, determinando-lhe um reajuste de apenas, 5,88%, bem abaixo dos R$580,00 reivindicados pela CTB e demais centrais sindicais.
A permanecer este valor, veremos interrompido um ciclo de crescimento real do salário mínimo, colocado em prática no governo LULA, através de negociação com a representação dos trabalhadores.
São mais de 47 milhões de brasileiros que dependem direta ou indiretamente deste reajuste. Além de representar um ponto negativo para o encerramento do atual governo, estará na contramão da promessa de campanha do novo governo que se propôs a erradicar a pobreza no Brasil.
É papel das entidades de trabalhadores e dos partidos comprometidos com o aprofundamento das mudanças em nosso país, em particular os que fazem parte da base do governo Dilma, mobilizar a sociedade e pressionar a equipe econômica do novo governo, para que o valor do salário mínimo acompanhe o aumento real obtido no último período, elevando-o para os R$580,00 reivindicados pelas centrais sindicais. Desta forma estaremos contribuindo para distribuição de renda e a erradicação da pobreza no Brasil.
Guiomar Vidor-Presidente da CTB/RS e da FECOSUL.
Solange Carvalho: é gaúcha, professora de História e Geografia da rede municipal e estadual de ensino em Caxias do Sul RS,aposentada. Militante comunista, dirigente municipal do PCdoB, atua no movimento sindical desde 1986. Vice presidente estadual do Cpers/Sindicato,de 2014 ate 2021.Um ser em movimento, com ideias, ações e lutas.
sábado, 22 de janeiro de 2011
ROUBO DO MEU CARRO

O meu carro não é um artigo de luxo,até porque sou professora,e ganho pouco.Uso meu veículo para ir de uma escola para outra,duas ou três,para lecionar,sobreviver.
O furto do meu carro,acabou com minhas férias,meus nervos e meu ânimo.Recebi apoio e solidariedade dos amigos e amigas,e depois de quinze dias meu carrinho velho foi encontrado,sem faróis,sem bancos,sem pneus e rodas,sem bateria,sem radiador,sem paralamas,parachoques,enfim,encontrei meu veículo depenado.Agora é remontar,se possível,ter mais dívida,e um dia quem sabe,poder comprar outro,e fazer o seguro.
Desculpem o desabafo,sinto que dividir a dor torna ela menor.
EDUCADORES GAÚCHOS E A LUTA POR SALÁRIOS MAIS DIGNOS

Sou uma educadora que luta por melhores salários e por uma educação pública,gratuita e de qualidade.Como militante política acredito que o novo governador gaúcho fará um mandato muito melhor do que a governante anterior.Algumas medidas iniciais já aumentam as expectativas positivas.Os salários miseráveis,o valor máximo não chega a R$ 800,00,a falta de concursos,a desmotivação dos alunos,as dificuldades sociais são fatores que dificultam exercer a nobre profissão de educar.
Uma sociedade que deseja avançar nos aspectos gerais que a compõem precisa respeitar os educadores,ponto de partida para uma educação de qualidade.Hoje,a maioria dos meus alunos do ensino médio que iniciam no mercado de trabalho,recebem salário maior do que eu,sua professora.Os cursos de licenciatura recebem poucos candidatos,pois representamos uma categoria sofrida,que trabalha demais,muitos estão adoecidos física e emocionalmente,e este reflexo não inspira nossos alunos para seguirem nossa profissão.
É preciso mudanças na educação,tenho algumas sugestões:
um aumento no índice de investimento na educação (10% do PIB),melhoria nas condições de trabalho,regulamentação da profissão,realização de concursos e nomeação dos concursados,para salas de aula e setores de apoio;data base para servidores públicos;
formação dos educadores e dos funcionários de escola;
implantação do PSPN (piso salarial).
Essas medidas adotadas já seriam uma aula de boa vontade com a educação pública.
domingo, 9 de janeiro de 2011
CORPO E SOMBRA
O quarto escuro,silêncio,
a luz entra pela janela,
passa por mim e desenha meu corpo,
o jogo das sombras na parede,alegra,
assusta,incentiva minha mente.
De repente o medo me assola,
as sombras ficam expostas,e
lembro daquelas que passeiam
nos meus pensamentos.
Não sou dona mais de mim,
quem me domina é o medo,
as sombras são maiores do que eu.
Elas me tomam,e eu nem as julgo mais.
Autora: Solange Carvalho
a luz entra pela janela,
passa por mim e desenha meu corpo,
o jogo das sombras na parede,alegra,
assusta,incentiva minha mente.
De repente o medo me assola,
as sombras ficam expostas,e
lembro daquelas que passeiam
nos meus pensamentos.
Não sou dona mais de mim,
quem me domina é o medo,
as sombras são maiores do que eu.
Elas me tomam,e eu nem as julgo mais.
Autora: Solange Carvalho
domingo, 26 de dezembro de 2010
MOMENTO DE BALANÇO

Final de ano é uma época oportuna para se fazer um balanço.Medir avanços e ganhos,refletir sobre os vacilos.O ano de 2010,para mim,deixa um saldo positivo.
Tive saúde para trabalhar,algum tempo para os amigos,chance de estar com a família,encaminhei alguns tratamentos de saúde.
No campo político,grandes vitórias foram alcançadas.O PCdoB elegeu dois deputados federais gaúchos,tivemos uma bela votação para o Senado,faremos parte do governo estadual,o qual ajudamos a eleger no primeiro turno,enfim saldo muito positivo.
As expectativas para o ano de 2011 são grandes,como também as lutas para alcançar uma sociedade mais justa,ainda vivemos sob a égide do capitalismo,isso significa que as injustiças não terminaram,e deverão ser combatidas.
A educação é minha área de atuação,e muito preciso ser conquistado,seja na correção salarial dos educadores,como na área pedagógica.
domingo, 19 de dezembro de 2010
O TEMPO MUDA SEMPRE
A chuva já se anuncia,mas como o tempo muda,mais do que nossas idéias,talvez a chuva não venha.Tudo pronto para a chuva,só falta ela chegar.Os ventos,as nuvens pesadas e escuras já estão cobrindo o céu.
A chuva refrescante,vai aplacar este calor.
Faz lembrar banho de chuva das crianças no pátio,o verdejar das plantas,e as gotas de chuva na janela.Será que ela não virá?
O quadro que pintei em palavras nunca será realizado.
O tempo muda,pode ser que a chuva venha,e então serei mais feliz.
OLHOS DE FOGO

Quisera ser uma estrela para ter um brilho maior,do que aquele que vejo em teus olhos.
Sinto o calor dos teus olhos,quando pousam nos meus,ardem,acendem idéias e delírios,
Meu peito se agita,descompassa e o ritmo é de uma batucada feliz e ansiosa,
Veio para mim sem compromisso e agora é firme elo de almas.
Sei teus segredos,quase todos,de vez em quando me surpreendes,que bom!
Nego minha paixão,fujo do teu prazer,mas sem ele,sou quase nada,muito pouco,
Enfim me achego,e a alegria acende as luzes da cidade,meus olhos cerram,
Minha boca se apronta para mais um beijo,e outro,outro..
Ser feliz com este amor,é tudo,me basta.
Autora: Solange Carvalho
COMO UM DIA DE DOMINGO
Hoje,domingo é dia de banhar os bichos(gata e cachorro),fazer o almoço,faxinar geral,enfeitar a casa para o Natal,ler os emails, e ficar feliz por mais um domingo.Mas bah,que felicidade,bem grande!
Por incrível que pareça nem cansei,ainda falta fazer bolo de chocolate,guardar a roupa,e me preparar para amanhã,que trabalho nos três turnos.Já liguei para mãe,também.
O calor está abissal,e aqui não tem brisa,nem parece a Serra,tamanha é a sensação de abafamento,é uma sauna.Não estou mal humorada,mas o calor me irrita,me agita,prefiro temperatura média,quase frio.Fico feliz,com o calor fico macambúzia.
Por incrível que pareça nem cansei,ainda falta fazer bolo de chocolate,guardar a roupa,e me preparar para amanhã,que trabalho nos três turnos.Já liguei para mãe,também.
O calor está abissal,e aqui não tem brisa,nem parece a Serra,tamanha é a sensação de abafamento,é uma sauna.Não estou mal humorada,mas o calor me irrita,me agita,prefiro temperatura média,quase frio.Fico feliz,com o calor fico macambúzia.
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
MULHERES ASSASSINADAS EM CAXIAS DO SUL

O movimento feminista de Caxias,liderado pela UBM,em conjunto com outros setores sempre defendeu o fim da violência,contra as mulheres.
Fruto desta batalha,a cidade foi uma das primeiras a ter a instalação de uma delegacia para atender casos de violência contra a mulher.Foi preciso lutar para que houvesse concurso para delegadas,depois para serem nomeadas.Uma conquista importante foi a Casa de Apoio Viva Raquel,um abrigo temporário para mulheres vítimas de agressão.Veio a Lei Maria da Penha,resultado de muita luta do movimento feminista,no Brasil,todo.Existem alguns problemas para ele ser efetivamente implantada,mas já rendeu vários resultados positivos.
A cidade de Caxias do Sul possui altos índices de violência,e os atos cometidos contra as mulheres também são inúmeros.O caso mais recente,estampa hoje as páginas dos jornais.Uma moça bonita,sonhadora,representante da cidade em concurso internacional,foi encontrada morta,nos arredores da cidade.Pelas características,foi um crime passional.
Refletindo sobre o crime,pensei, mudam as leis,muda a tecnologia,mas as idéias demoram muito para mudar.É preciso acabar com a idéia de propriedade do homem sobre a mulher.O direito da mulher escolher o que fazer de sua vida deve ser encarado como normal.Homens que querem admiração das mulheres precisam evoluir e repeitá-las na sua dignidade humana,como cidadãs que buscam ampliar seus direitos.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
FINAL DE ANO NAS ESCOLAS

Nesta época do ano,penso muito no papel que os educadores representam na vida dos alunos.Cada final de ano,vem carregado de cansaços,de tristezas e alegrias.
As aprovações para o ano seguinte,as reprovações,as chamadas progressões,são dos alunos,mas não deixo de considará-las na contabilidade dos educadores.
Uma vez,li em algum lugar,que cada aluno reprovado,para os educadores significa uma reprovação sua.É preciso considerar que um ano escolar,não é fruto apenas das relações,e trabalhos daquele ano.Os seres humanos são uma soma de todas as suas vivências,de seus erros e acertos e dos outros.Professores têm um viés idealista de que seus alunos precisam prender tudo que eswtudaram.Existem muitas variáveis,que contribuem para o quadro desanimador que encontramos nas escolas.
A educação ainda é vista como importante para a sociedade,mas ela integra e reflete a sociedade em que vivemos.Não somos os mesmos,mudamos todos os dias,a sociedade mudou,evoluiu em alguns aspectos,e em outros ficou mais complexa.
Viver bem,é um desafio.Valores são questionados cotidianamente,existem momentos de crise social,moral,a escola é como um tambor de ressonância desta sociedade inquieta,agressiva e confusa.
No final do ano,os sorrisos dos alunos que ultrapassaram barreiras e alcançaram mais um dos seus objetivos é estimulante para seguir em frente,também aquele choro de dor dos que foram reprovados,deveria servir de experiência.
Uma coisa é certa,alunos são barulhentos,indisciplinados,agitados,criativos,mas escola vazia traz um silêncio, inicialmente agradável,mas depois este silêncio é tumular,um vazio que dói,e esperamos que voltem os alunos para encher de vida a escola.
Reflexões de final de ano.
MARIA TERESA E O PADRINHO

Maria Teresa lembrou do seu padrinho de batismo,hoje já falecido.Conhecido como Marzinho,sempre com um sorriso nos lábios,gostava de violão,sonhador,casou cedo,fã do Jerry Adriani,batizou o filho com o nome do ídolo.Sempre que ele encontrava Maria Teresa,perguntava se ela ainda tinha a bicicleta que ele lhe dera de presente.Ele nunca tinha dado presente algum para ela.Maria nunca pedira presente para ninguém,muito menos para ele.A cobrança que ele se fazia,abria sorrisos nos lábios dela.Marzinho morreu precocemente,não tinha mais de quarenta anos,abatido por uma depressão,que veio depois de ser demitido de uma grande empresa.No hospital,entre um e outro momento de lucidez,ao ver Maria Teresa,ele perguntou se ela ainda tinha a bicicleta.Ela ficou emocionada,e entendeu que esta lembrança significava,que ele nunca conseguiu representar de forma material o carinho que sentia pela afilhada.
sábado, 27 de novembro de 2010
FILHOS PARA O MUNDO

Ter a sensação de ser mãe,é muito forte,não exibo um sentimento piegas,mas sim um sentimento quase instintivo,da satisfação de ser mãe.Ao nascer o filho,as dúvidas básicas,como cuidar,preservar,amar sempre.
O filho cresce e pede o nosso distanciamento para poder ver a luz,fazer sua fotossíntese,entendemos.Mentimos que entendemos,ficamos por perto,fingindo não ter preocupação,mas nem a nós mesmas conseguimos enganar.
Chega a adolescência do filho,os primeiros vacilos,quedas do caminho,e nós ali,entre ergue-los ou dizer que eles sabem levantar,por vezes sugerindo as duas coisas.Os primeiros amores e desamores,e nós ali torcendo pela felicidade dos filhos.
Pergunto e eu mesma respondo,até quando? Mães sempre por perto,junto,de forma virtual,em pensamento,esta ligação supera a racionalidade.Amar é um verbo que nos fortalece e vivifica.
domingo, 21 de novembro de 2010
A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS BRASILEIRAS

Há algum tempo,são realizadas denúncias e campanhas para diminuir ou acabar com a violência nas escolas.Vários trabalhos já foram realizados para combater o bullyng,como ficou conhecida as agressões feitas por estudantes.
A comunidade escolar já ouviu e debateu o assunto.Agora,apresentam-se números de ataques feitos aos educadores,de agressão verbal estão partindo para agressão física,com danos psicológicos além dos físicos impossíveis de apagar.
É preciso analisar a escola como uma extensão,um reflexo da sociedade,em que vivemos.A luta pela sobrevivência,principalmente,nos grandes centros urbanos,embrutece algumas pessoas,desfaz valores, ridiculariza normas e regras sociais.O imediatismo hedonista impulsiona o uso de drogas,o que banaliza a violência,em diferentes esferas sociais.As famílias perdem seu papel de núcleo formador inicial das crianças,e que são colocadas,bem cedo,sob a guarda de parentes,vizinho,e da escola.
O ambiente escolar ainda é montado para trabalhar conhecimento,e agora a sociedade exige funções da escola,que nem sempre está preparada para resolver.
Os educadores questionam,qual mesmo o papel da escola e o papel da família?No meio da confusão,ficam as crianças e adolescentes,carentes econômicos,afetivos,e de disciplina.As famílias afirmam que não sabem o que fazer com seus filhos cada vez mais agitados e indisciplinados.
Dentro dos muros das escolas,explodem conflitos de várias personalidades,de muitas tribos diferentes,refletindo famílias diferentes,ou falta de famílias.
Os educadores representam muitas vezes,a única forma de regramento,amizade,ou cobrança de vários alunos,e então acirram-se os embates.Discursos são muitos,aplicação de sugestões são poucas.
Apresento algumas possibilidades de amenizar a situação:as famílias devem conversar desde cedo,com seus filhos,impondo limites e preparando-os para a vida,e os nãos que ela pode trazer;as escolas devem ser espaços que propiciem o acesso ao conhecimento científico,valorizando a bagagem cultural dos educandos;as verbas repassadas para a educação devem corresponder ao grau de importância dela para a sociedade,ou seja aumentar,o que pode trazer salários mais dignos para os educadores,que hoje precisam correr de escola em escola para trabalhar.
Um grande debate nacional sobre o valor da educação,dos educadores,e a formação das crianças brasileiras,é um passo para a busca de soluções ainda que,apenas,amenizem a situação.Pelo menos,por enquanto,já será um alívio nesta guerra cotidiana,que acontece nas escolas.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
SOLIDARIEDADE DOS VIZINHOS
Uma foto chamou minha atenção,não por ser capa do jornal da minha cidade.Trazia o rosto de uma mulher sofrida,ao fundo uma fumaça enorme,labaredas,indicando um grande incêncio.Outras pessoas aparecem correndo para salvar mobílias,e coisas em geral.A senhora em destaque na foto,havia salvo uma criança de uma casa,e agora corria para salvar também a boneca da menina que havia salvado.Lembrei que as mulheres,principalmente,tem este olhar sensível,sobre o que é importante para os outros,muitas mulheres desenvolveram este olhar.
INFÂNCIA AGITADA
No final da década de 60,aconteceu de tudo na vida de Maria Teresa,mas uma das coisas marcantes,foi a grande pobreza em que sua família vivia.O pai,metalúrgico,estava desempregado,a mãe era dona de casa,e fazia o que podia para ajudar na sobrevivência,mas com três filhos pequenos era bem difícil ajudar.A família morava no porão da casa de um tio de Maria,o piso era de chão batido,as tampas das janelas eram de madeira grosseira,com enormes frestas.Entrava um frio danado,na parte debaixo da porta.Os móveis eram simples,e semi destruídos.Na parte superior da casa,morava a família do tio,sua mulher e uns sete filhos;o tio trabalhava,a tia em casa,entre uma e outra gravidez,era dona de casa.Na época,os banheiros eram feitos de madeira,na rua,e quando uma fossa enchia,era preciso tampar,e já ter um outro buraco para servir de fossa,para o novo banheiro,que também tinha outros nomes,mas este chega.Várias crianças correndo em redor de casa,era uma preocupação na fase de transição dos banheiros.Maria lembra que o seu irmão mais novo,de menos de tres anos,caiu dentro de uma fossa,e no desepero,sua tia,grávida de 6 meses pulou a janela,e o salvou,e ele já tinha mergulhado e emergido duas vezes.A mãe de Maria deu um banho com vinagre na àgua,e levou o pimpolho até o médico,que examinou,e não receitou nada,só observação.O irmão de Maria sobreviveu,mas durante a infância,foi motivo de gozação de seus irmãos,que sempre diziam,que ele era assim,devido ao fato de ter caido na patente(nome dado ao banheiro),o que causava indignação nele.
CONTOS DE MARIA TERESA

A autora de vários contos guardados no fundo das gavetas e de sua memória,a Maria Teresa,resolveu fazer um diálogo com o mundo.Quer contar alguns trechos que viveu,ou assistiu.Foi difícil para ela tomar a decisão de abrir o coração e expor idéias,dores,e alegrias.Sentia um pudor quase infantil de contar suas impressões sobre tantos fatos.Mas decidiu,vai escrever.Tremam e temam,perdoem o trocadilho de Maria Teresa,ela está iniciando,e como quem inicia a sua fase de escritora,tem direito de pequenos erros,nos primeiros passos.Nos próximos dias,após fazer uma lista,ela pretende escrever e usará este blog para apresentar seus contos.Aguardemos.
domingo, 7 de novembro de 2010
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